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8º Congresso de Extensão Universitária da UNESP

O Congresso de Extensão Universitária da UNESP visa compartilhar com a sociedade paulista uma parte das nossas melhores práticas extensionistas no sentido da ampliação da troca de conhecimentos e saberes sistematizados entre a Universidade, a Comunidade e as diversas esferas do poder público, visando assim otimizar a efetividade da transferência de conhecimentos disponíveis no meio acadêmico à sociedade. E foi realizado a 8º edição quinta-feira dia (01/10) nas Unidades Universitárias em: Araçatuba, Araraquara, Assis, Bauru, Botucatu, Franca, Guaratinguetá, Ilha Solteira, Jaboticabal, Marília, Presidente Prudente, Rio Claro, São José do Rio Preto, São José dos Campos e São Paulo. E  nos Campus Experimentais: Dracena, Itapeva, Ourinhos, Registro, Rosana, São João da Boa Vista, Sorocaba e Tupã. Os trabalhos puderam ser inscritos via SITE DO EVENTO e deveriam ser inseridos em três diferentes eixos:

 

Eixo 1 – “Direitos, Responsabilidades e Expressões para o Exercício da Cidadania” (inclui as áreas de: Comunicação, Cultura, Direitos  Humanos, Educação, Política e Economia).

Eixo 2 – “Os Valores para Teorias e Práticas Vitais” (inclui as áreas de: Meio Ambiente, Saúde e Ciências Agrárias e veterinárias)

Eixo 3 – “Novas Tecnologias: Perspectivas e Desafios” (inclui as áreas de: Tecnologia, Trabalho, Espaços Construídos, Geração de Renda e Tecnologia Social)

A organização dos 3 eixos temáticos teve como modelo o II Congresso da AUGM.

 

 O CPEA ganhou com o trabalho “Possibilidades para o uso do audiovisual como ferramenta pedagógica em assentamentos rurais” dentro da temática 2. Os trabalhos premiados em todas as unidades podem ser consultados AQUI.

 

Chamada de Trabalhos: PERCURSOS – Revista de Antropologia

 

ImagemPercursos – revista de Antropologia, é uma publicação eletrônica de caráter cientifico, com periodicidade semestral, organizada pelos alunos do curso de Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia e Ciências da Universidade Estadual Paulista (FFC/UNESP), que destina-se a divulgação de trabalhos que se insiram dentro das discussões antropológicas

 

Com a coordenação do professor Antônio Mendes da Costa Braga, do Departamento de Sociologia e Antropologia da Unesp de Marília, um corpo de pareceristas de diversas universidades do país, a revista se propõe a ser um espaço de excelência na divulgação de trabalhos de graduandos que desenvolvam pesquisas na antropologia.

 

Por isso com grande entusiasmo que anunciamos que está aberta a chamada para recebimento de trabalhos de graduandos, sendo esses artigos e resenhas, para nossa primeira edição e informar que estaremos recendo submissões em fluxo contínuo.

 

Para mais informações acesse:

 

https://www.facebook.com/pages/Revista-de-Antropologia/139079412930547 e        http://percursosantropologia.blogspot.com.br/

Pesquisa de opinião pública: movimentos sociais e reforma agrária

No mês de abril desse ano, foi publicado no Boletim DATALUTA, uma publicação do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária – NERA, o artigo “Pesquisa de opinião pública: movimentos sociais e reforma agrária”.

“Este texto é parte de uma pesquisa mais ampla denominada “Territorialidades em tensão: movimentos sociais, agronegócio e políticas de reforma agrária no Brasil entre 1985 a 2010”, que objetiva analisar o processo de formulação e execução das políticas de reforma agrária nos governos Lula da Silva, tendo por referência os governos Sarney e FHC.
Como parte da análise das territorialidades em tensão no campo brasileiro, resgatamos a pesquisa de opinião pública contratada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil(CNA) junto ao Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE). Essa pesquisa, realizada em novembro de 2009, objetivou uma “Pesquisa de Opinião Pública sobre a Atual Imagem dos Movimentos Nacionais”. A análise dos dados da pesquisa funcionou como um Leitmotiv para a problematização da tensão das  territorialidades que envolvem os protagonistas ligados a reforma agrária.
Com o objetivo de confrontar os dados do IBOPE/CNA realizamos, entre os dias 31 de janeiro a 09 de fevereiro de 2011, a “Pesquisa de Opinião Pública sobre a Reforma Agrária nas cidades de Marília e Presidente Prudente”. A escolha dessas cidades deveu-se a similaridade das mesmas, ambas de porte médio, centros regionais e com o mesmo perfil populacional. Nossa hipótese inicial é que haveria diferença com relação à percepção sobre os movimentos sociais visto que Presidente Prudente se localiza em uma região (Pontal do Paranapanema) com maior incidência de conflitos pela terra…”

Acesse o texto na íntegra clicando aqui!

Cuide do planeta

Vídeo da WWF sobre a ação humana no planeta.

Fonte: WWF

Vídeo promovido pela GNT Sustentabilidade

Fonte: GNT

Mudanças no Código Florestal representa atraso para o país e para o planeta

Mirian Cláudia Lourenção Simonetti

De acordo com a pesquisa encomendada pela ONG Amigos da Terra ao Datafolha*, 91% dos brasileiros consideram que leis rígidas tais como o atual Código Florestal podem impedir o desmatamento das florestas e 5% consideram que a atual legislação ambiental é satisfatória. Mesmo assim, no dia 6 de julho, os congressistas se manifestaram contra nação. Depois de discutir o assunto por dois dias, a Comissão Especial criada para analisar os projetos que alteram o Código Florestal aprovou por 13 votos a 05, as alterações propostas pelo deputado Aldo Rebelo, do PCdoB-SP.
Se aprovado no Congresso Nacional o Projeto de Lei que altera o Código florestal representará um dos maiores retrocessos de nossa história em termos de legislação ambiental.

Havia uma evidente necessidade de atualização do Código Florestal. Foi constituída então uma Câmara Técnica Temporária no Conselho Nacional de Meio Ambiente que vinha, desde abril de 1.999, construindo a modernização da legislação florestal, mediante ampla consulta e, portando, de forma democrática.
Entretanto, este debate democrático foi desprezado por uma proposta engendrada pelo setor ruralista, e se constitui hoje na maior ameaça aos ecossistemas brasileiros.

Entre os principais ABSURDOS da proposta de Lei formulada por representantes da Confederação Nacional da Agricultura, entidade que defende os interesses dos ruralistas, estão:
1.-Anistia geral aos desmatadores de Reservas Legais e Áreas de Preservação Permanente;
2.-Redução da área da Reserva Legal no Cerrado de 50% para 20%;
3.-Redução da área de Reserva Legal da Amazônia de 80% para 50%;
4.-Reflorestamentos de eucaliptos ou de pinus (que são espécies exóticas!) e ainda plantios de eucalipto, manga, côco, limão ou outras culturas, por exemplo, poderão ser consideradas como Reserva Legal, ou seja, recebem “status” de vegetação nativa.
5.-O projeto permite ainda que florestas nativas sejam absurdamente convertidas em lavouras nas propriedades mais produtivas, sem qualquer licença das autoridades ambientais e a exploração econômica de florestas e outras formas de vegetação nas áreas de preservação permanente (margens de rios, lagos e reservatórios, áreas de encosta e topos de morros). Admite, também, que se usem florestas de preservação permanente para realização de construções, abertura de estradas, canais de derivação de água e ainda atividades de mineração e garimpo.

Um dos pontos fundamentais nesta discussão, e é aqui que se explica todo o interesse dos proprietários rurais em golpear a lei, se refere às Reservas Legais. A redução destas reservas, obrigatórias nas fazendas, é uma cobiça antiga dos produtores rurais, ansiosos por se desfazer desta exigência incômoda que impede o aumento de suas fronteiras agrícolas e a exploração dos recursos madeireiros nelas existentes.

Segundo a entidade WWF (World Wildlife Foundation), o Brasil já perdeu dois quintos de suas florestas naturais. A lei atualmente em vigor, que estabelece reservas legais de florestas naturais, não impediu que o Brasil seja o segundo país mais desmatado do mundo, logo atrás da China.

O substitutivo do Executivo vem piorar ainda mais a atual situação, pois abre condições para acelerar o processo de destruição florestal e incentivar o desmatamento.

As florestas e outras formas de vegetação nativa tropicais garantem a biodiversidade, estabilidade climática, qualidade do ar e da água doce. É interesse nacional protegê-las.

Pense de Novo

Vídeo promovido pela WWF sobre energia e novas tecnologias

Fonte: WWF

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