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Campanha: É a Gota D’ Água + 10… Diga não a Belo Monte!!!

Thaylizze Pereira

 

Campanha contra a Hidrelétrica de Belo Monte, nós apoiamos essa ideia. Participe, compartilhe essa informação e contribua para construir uma Brasil um pouco melhor.

 

Assine Já ; http://www.movimentogotadagua.com.br/assinatura
NOVO SITE http://avaaz.org/parebelomonte
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O Mundo pelo Planeta

 

Há quase três décadas, a temperatura terrestre vem aumentando. Segundo estudos científicos, foi registrado um aumento de 0,7ºC até o ano de 2006 e presumisse-se que, até o ano de 2050, a temperatura planetária aumente em 2,4ºC, isso nas mais otimistas das previsões.

Parece pouco né? Somente 2,4ºC…

No entanto, esse acréscimo resulta em derretimento de geleiras, aumento dos níveis dos oceanos, gerando grandes migrações de contingentes humanos  para áreas mais altas. Isso sem contar com a intensificação de outros fenômenos naturais, como secas profundas, tempestades.

Um dos meios de se evitar que esses fenômenos se intensifiquem é a preservação das florestas. As que ainda sobrevivem às investidas dos ramos econômicos baseados na derrubada das matas cobrem cerca de 30% do planeta e abriga por volta de 80% de toda a biodiversidade existente na Terra, segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). Sabendo dessa realidade, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou o ano de 2011 o “Ano Internacional das Florestas”.

Essa iniciativa busca elucidar a população em geral da importância que a manutenção das florestas tem como garantia da preservação da própria vida no planeta, demonstrando que a exploração indevida das matas pode gerar diversos prejuízos para todos, como o agravamento do quadro atual das mudanças climáticas.

No Brasil, a Campanha da Fraternidade  de 2011 segue nesse mesmo sentido e buscará fomentar ainda mais as discussões sobre a problemática ambiental, mostrando a gravidade do quadro atual e buscando alternativas para a resolução dos problemas advindos do processo de aquecimento global. A Campanha da Fraternidade ocorre sempre no período da Quaresma e é realizada anualmente pela Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil e busca despertar os fiéis e a sociedade sobre problemas concretos que ocorrem  no país.

Sob o lema de origem bíblica (Rm 8:22), “a criação geme em dores de parto”, eles partem da expectativa de que o tema possa motivar as pessoas a buscarem melhores condições para a vida no planeta, buscando-se, dessa forma, a redução dos impactos ambientais gerados pela ação do homem na natureza.

As ações da Campanha da Fraternidade acontecerão de forma condensada durante o período conhecido como Quaresma, que é o tempo de preparação que precede a Páscoa. Nesse período, os responsáveis pela campanha buscarão mobilizar diversos setores da sociedade de modo que estes possam assumir posições de protagonismo na discussão sobre problemas ambientais e aquecimento global.

Em consonância com o tema da Campanha da Fraternidade desse ano, o Grito dos Excluídos, em sua 17ª edição, terá como lema “Pela vida, grita a Terra. Por direitos, todos nós”, o que demonstra uma à linhagem global de discussões dentro do bojo das questões ambientais. O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular, carregada de simbolismo e ocorre no Dia da Pátria.

Agora chegou a nossa vez de discutirmos ações para a diminuição dos efeitos das mudanças climáticas e para a busca de uma melhor qualidade de vida para todos. Esse site encontra-se aberto para ser palco de um maior diálogo entre a sociedade e a universidade. Qual a sua opinião sobre tudo isso? Você sabe como salvar o planeta? Apóia as iniciativas das organizações internacionais e da sociedade civil? O que você vem fazendo a respeito? Nós queremos saber! Não deixe de comentar…

Adriane Camargo

“Três histórias e uma terra”

Publicação do Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo

“O Brasil é o segundo maior país do mundo em concentração de terras. Cerca de 3% do total de propriedades rurais do país são latifúndios e ocupam 56,7% das terras agricultáveis. Desde a colonização, há mais de 500 anos, existe uma elite agrária que baseia o seu poder no acúmulo de terras e exploram, sem limites, os recursos naturais. Eles não se preocupam em produzir alimentos e desrespeitam qualquer direito social, trabalhista, previdenciário ou político dos trabalhadores e trabalhadoras do campo, que são expulsos de suas terras e, muitas vezes, escravizados ou assassinados pelos latifundiários. Essa realidade compromete a soberania de nosso território, além de romper com a história, a cultura e os saberes seculares dos povos das cidades, dos campos e da floresta. […]

Esta cartilha é um instrumento de estudo dos principais temas desse debate, que devem ser aprofundados e discutidos amplamente. É fundamental que todos e todas que defendem o direito à vida com dignidade para o conjunto da população assumam esta campanha e ajudem a conquistar a democratização da terra e a nossa soberania territorial e alimentar.”

Para download, clique aqui!