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	<title>Comentários sobre CPEA - Centro de Pesquisas e Estudos Agrários e Ambientais</title>
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	<description>Blog criado pelo CPEA com o intuito de divulgar nossas atividades. Siga-nos também no twitter @CPEA_</description>
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		<title>Comentário sobre Transposição do Rio São Francisco: “nunca na história desse país passamos por um nível de corrupção desse tipo”. por Wagner</title>
		<link>http://cpeaunesp.org/2012/03/31/transposicao-do-rio-sao-francisco-nunca-na-historia-desse-pais-passamos-por-um-nivel-de-corrupcao-desse-tipo/#comment-273</link>
		<dc:creator><![CDATA[Wagner]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2012 12:29:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A implantação de cistemas não resolve, isto é fato, basta percorrer o sertão do Nordeste e vamos encontrar todas as cisternas secas, os pequenos açude secos e animais morrendo.Estive em uma assentamento do incra na semana passada, na localidade de mufunbo em Madalena-Ce. Simplesmente todas as Cisternas estavam secas, a capacidade dessas cisternas é de apenas 10.000 litros. Outra detalhe é que não dá para absatecer as cidade que estão no sertão com cisternas.Como implantar em uma cidade de 20.000 habitantes um cisterna em cada casa, e os aprelhos públicos hospitais, escolas e etc. Essa &quot;balela&quot; de cisterna é maior farsa que já inventarão, uma vez que só serve para pequenas comunidades rurais isoladas, além disso só mantêm uma família por um período máximo de 05 messes de estiagem, ou seja, é apenas uma medida limitada e paliativa que não dá segurança hídrica nenhuma. Logicamente é necessário a construção de reservatórios grandes(que têem uma menor evaporação de água na sua lâmina, devido a profundidade) juntamente com a interligação de açudes um com os outros e do maior deles com um rio perene. É assim que Israel faz e assim que foi feito no desserto do Arizona no Estados Unidos.

Desafio qualquer um a ir no setão no Nordeste, nas pequenas comunidades e encontrar alguma cisterna cheia. Na verdade todas ela secaram ou já estão quase secando, até porque isso é um medida temporal e paliativa não resolve o problema como todo, não se faz suficiente para sobrevivência das pessoas.

Como o sertanejo vai viver se não tiver água para suas pequenas plantações?. A implantação de cisternas também não resolve este problema, e os repasses do seguro safra do Governo Federal são verdadeiras  esmolas. Como uma família de quarto pessoas consegue sobreviver com 80 reais do seguro safra por mês?, com todos os animais mortos(gado, galinas e etc) sem ter colhido um grão de feijão. 

Acho que as pessoas que comentaram aqui nunca nem visitaram a região do poligano da secas, não conhecem a realidade de quem vive lá. Acredito que a única maneira de se resolve o problema da seca do Nordeste dando segurança hídrica para população, seja através de transposição de águas, interligação de açudes, gestão hídrica e distribuição da água que chega nos açudes paras as comunidades e cidades. Essa é exatamente a lógica da transposição do São Francisco. Quem é contra isso, na verdade é contra a sobrevivência de milhões de brasileiros que vive no poligano das secas, é contra o Nordeste, é contra a diminuição da pobreza. Não existe obra cara o suficiente que pague a diginidade humana do direito a água, do direito de sobrevivência. Hora se o Governo Federal gastou bilhões com o PAN no Rio, Gastou bilhões com metrô em São Paulo, gastou bilhões com a linha vermelha no Rio, gastou bilhões com tanta outras obras caras e não pode gastar com uma obra que o principal objetivo é a sobrevivência humana.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A implantação de cistemas não resolve, isto é fato, basta percorrer o sertão do Nordeste e vamos encontrar todas as cisternas secas, os pequenos açude secos e animais morrendo.Estive em uma assentamento do incra na semana passada, na localidade de mufunbo em Madalena-Ce. Simplesmente todas as Cisternas estavam secas, a capacidade dessas cisternas é de apenas 10.000 litros. Outra detalhe é que não dá para absatecer as cidade que estão no sertão com cisternas.Como implantar em uma cidade de 20.000 habitantes um cisterna em cada casa, e os aprelhos públicos hospitais, escolas e etc. Essa &#8220;balela&#8221; de cisterna é maior farsa que já inventarão, uma vez que só serve para pequenas comunidades rurais isoladas, além disso só mantêm uma família por um período máximo de 05 messes de estiagem, ou seja, é apenas uma medida limitada e paliativa que não dá segurança hídrica nenhuma. Logicamente é necessário a construção de reservatórios grandes(que têem uma menor evaporação de água na sua lâmina, devido a profundidade) juntamente com a interligação de açudes um com os outros e do maior deles com um rio perene. É assim que Israel faz e assim que foi feito no desserto do Arizona no Estados Unidos.</p>
<p>Desafio qualquer um a ir no setão no Nordeste, nas pequenas comunidades e encontrar alguma cisterna cheia. Na verdade todas ela secaram ou já estão quase secando, até porque isso é um medida temporal e paliativa não resolve o problema como todo, não se faz suficiente para sobrevivência das pessoas.</p>
<p>Como o sertanejo vai viver se não tiver água para suas pequenas plantações?. A implantação de cisternas também não resolve este problema, e os repasses do seguro safra do Governo Federal são verdadeiras  esmolas. Como uma família de quarto pessoas consegue sobreviver com 80 reais do seguro safra por mês?, com todos os animais mortos(gado, galinas e etc) sem ter colhido um grão de feijão. </p>
<p>Acho que as pessoas que comentaram aqui nunca nem visitaram a região do poligano da secas, não conhecem a realidade de quem vive lá. Acredito que a única maneira de se resolve o problema da seca do Nordeste dando segurança hídrica para população, seja através de transposição de águas, interligação de açudes, gestão hídrica e distribuição da água que chega nos açudes paras as comunidades e cidades. Essa é exatamente a lógica da transposição do São Francisco. Quem é contra isso, na verdade é contra a sobrevivência de milhões de brasileiros que vive no poligano das secas, é contra o Nordeste, é contra a diminuição da pobreza. Não existe obra cara o suficiente que pague a diginidade humana do direito a água, do direito de sobrevivência. Hora se o Governo Federal gastou bilhões com o PAN no Rio, Gastou bilhões com metrô em São Paulo, gastou bilhões com a linha vermelha no Rio, gastou bilhões com tanta outras obras caras e não pode gastar com uma obra que o principal objetivo é a sobrevivência humana.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Transposição do Rio São Francisco: “nunca na história desse país passamos por um nível de corrupção desse tipo”. por casaembrotas</title>
		<link>http://cpeaunesp.org/2012/03/31/transposicao-do-rio-sao-francisco-nunca-na-historia-desse-pais-passamos-por-um-nivel-de-corrupcao-desse-tipo/#comment-271</link>
		<dc:creator><![CDATA[casaembrotas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 May 2012 15:50:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Prezados senhor, considero que alguma inciativas de uso da cisterna para captação da água de chuva,  bem como o uso de plantas e animais adequados ao ecossistema da região sejam iniciativas adotadas pelo sertanejo que devemos valorizar.
abs mirian]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados senhor, considero que alguma inciativas de uso da cisterna para captação da água de chuva,  bem como o uso de plantas e animais adequados ao ecossistema da região sejam iniciativas adotadas pelo sertanejo que devemos valorizar.<br />
abs mirian</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comentário sobre Transposição do Rio São Francisco: “nunca na história desse país passamos por um nível de corrupção desse tipo”. por casaembrotas</title>
		<link>http://cpeaunesp.org/2012/03/31/transposicao-do-rio-sao-francisco-nunca-na-historia-desse-pais-passamos-por-um-nivel-de-corrupcao-desse-tipo/#comment-270</link>
		<dc:creator><![CDATA[casaembrotas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 May 2012 15:28:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Prof. João Abner ainda bem que temos no senhor uma referencia critica diante de tanta perversidade com o meio ambiente e com dinheiro publico.


é]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prof. João Abner ainda bem que temos no senhor uma referencia critica diante de tanta perversidade com o meio ambiente e com dinheiro publico.</p>
<p>é</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Transposição do Rio São Francisco: “nunca na história desse país passamos por um nível de corrupção desse tipo”. por Wagner</title>
		<link>http://cpeaunesp.org/2012/03/31/transposicao-do-rio-sao-francisco-nunca-na-historia-desse-pais-passamos-por-um-nivel-de-corrupcao-desse-tipo/#comment-269</link>
		<dc:creator><![CDATA[Wagner]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 May 2012 13:12:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não é só no Nordeste que as obras não chegam no final. Aliás este é um argumento muito vago igualmente as afirmações de João Abner, acho que há preconceito por parte de algumas pessoas ao afirmarem isso, pois o Ceará construiu e terminou durante um século, um conjunto enorme de açudes de grande e médio portes em todo seu terrítorio, contudo este conjunto não tem uma fonte, um rio perene.
 João Abner na verdade não tem apresentado argumentos técnicos realmente válidos e convicentes para definir essa obra como cara e pouco eficiente. Tranpor águas de um rio não algo novo e nem tão pouco uma obra desnecessária, por exemplo se não fosse a transposição de águas do rio Colorado nos Esatados Unidos a cidade de Fênix não teria água sufiente para abastecer sua população, seria inviável viver nela, pois se encontra em uma região semi-árida. 
E o caso brasileiro no Nordeste ainda é mais grave e de maior amplitude, tendo em vista que só a região metropolitana de Fortaleza já tem cerca de 4 milhões de habitantes, e o Ceará não tem águas subterrâneas,nem rios perenes durante todo ano, o sistema de açudes em um perído de seca prolongada pode apresentar graves problemas, uma vez que além da taxa de evaporação alta do espelho de água, não existe segurança hidrica nenhuma. Como abastecer 4 milhões de pessoas se houver seca prolongada? logicamente não dá para utilizar carros pipas devido a dimensão populacinal. Será que uma obra que visa a necessidade básica de água para milhões de pessoas pode ser considerada cara? O trem bala entre o Rio/São Paulo vai custar cerca de 50 bilhões, dá para fazer 10 trasnposições do Rio São Francisco, ou seja o que existe na verdade é falta de sensibilidade e uma eterna perseguição de parte da impressa Rio/São Paulo contra os nordestinos. Visto que tecnicamente a obra viável e socialmente tem um importãncia muito grande para ser considerada cara. E para finalizar todos os argumentos contra essa obra são apenas sensacionalismo barato de pessoas que querem aparecer e não conhecer o assunto de forma plena.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não é só no Nordeste que as obras não chegam no final. Aliás este é um argumento muito vago igualmente as afirmações de João Abner, acho que há preconceito por parte de algumas pessoas ao afirmarem isso, pois o Ceará construiu e terminou durante um século, um conjunto enorme de açudes de grande e médio portes em todo seu terrítorio, contudo este conjunto não tem uma fonte, um rio perene.<br />
 João Abner na verdade não tem apresentado argumentos técnicos realmente válidos e convicentes para definir essa obra como cara e pouco eficiente. Tranpor águas de um rio não algo novo e nem tão pouco uma obra desnecessária, por exemplo se não fosse a transposição de águas do rio Colorado nos Esatados Unidos a cidade de Fênix não teria água sufiente para abastecer sua população, seria inviável viver nela, pois se encontra em uma região semi-árida.<br />
E o caso brasileiro no Nordeste ainda é mais grave e de maior amplitude, tendo em vista que só a região metropolitana de Fortaleza já tem cerca de 4 milhões de habitantes, e o Ceará não tem águas subterrâneas,nem rios perenes durante todo ano, o sistema de açudes em um perído de seca prolongada pode apresentar graves problemas, uma vez que além da taxa de evaporação alta do espelho de água, não existe segurança hidrica nenhuma. Como abastecer 4 milhões de pessoas se houver seca prolongada? logicamente não dá para utilizar carros pipas devido a dimensão populacinal. Será que uma obra que visa a necessidade básica de água para milhões de pessoas pode ser considerada cara? O trem bala entre o Rio/São Paulo vai custar cerca de 50 bilhões, dá para fazer 10 trasnposições do Rio São Francisco, ou seja o que existe na verdade é falta de sensibilidade e uma eterna perseguição de parte da impressa Rio/São Paulo contra os nordestinos. Visto que tecnicamente a obra viável e socialmente tem um importãncia muito grande para ser considerada cara. E para finalizar todos os argumentos contra essa obra são apenas sensacionalismo barato de pessoas que querem aparecer e não conhecer o assunto de forma plena.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Retrocesso: Bancada ruralista aprova projeto com mudanças no Código Florestal por Rafaela - Tudo em Foco</title>
		<link>http://cpeaunesp.org/2012/04/27/retrocesso-bancada-ruralista-aprova-projeto-com-mudancas-no-codigo-florestal/#comment-265</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rafaela - Tudo em Foco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 01:53:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muito importante tomar a atitude de preservar o meio ambiente. Para variar, nosso governo está impondo mais uma vergonha ao país. Devemos melhorar nosso ponto de vista sobre muitos aspectos e mobilizar a sociedade a favor do que é realmente necessário, até porque os deputados, senadores, prefeitos, vereadores, ministros, presidentes, etc, só estão no cargo que ocupam porque foram eleitos pelo povo e se comprometeram a representá-lo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito importante tomar a atitude de preservar o meio ambiente. Para variar, nosso governo está impondo mais uma vergonha ao país. Devemos melhorar nosso ponto de vista sobre muitos aspectos e mobilizar a sociedade a favor do que é realmente necessário, até porque os deputados, senadores, prefeitos, vereadores, ministros, presidentes, etc, só estão no cargo que ocupam porque foram eleitos pelo povo e se comprometeram a representá-lo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Transposição do Rio São Francisco: “nunca na história desse país passamos por um nível de corrupção desse tipo”. por Paulo Afonso</title>
		<link>http://cpeaunesp.org/2012/03/31/transposicao-do-rio-sao-francisco-nunca-na-historia-desse-pais-passamos-por-um-nivel-de-corrupcao-desse-tipo/#comment-263</link>
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Afonso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 19:15:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Prof. João Abner é uma honrosa exceção no Rio Grande do Norte em que todos, políticos de esquerda e de direita, clero conservador ou progressista, estudantes, professores, população civil ou militar, movimentos populares, etc. todos, repito, apoiam a transposição. Isso ficou claro nos sucessivos debates entre o Prof. João Abner e o Vice-Governador do Estado. Durante o debate, a reportagem entrevistava pessoas nas ruas que, invariavelmente se manifestavam favoravelmente à transposição.
Entretanto, o professor tem razão em alguns aspectos. É uma pena que em muitas obras do Brasil haja corrupção e que nas obras em que o TCU não detecta qualquer tipo de corrupção, como é o caso da transposição do Rio São Francisco, os orçamentos sejam mal feitos e as empreiteiras abandonem os canteiros.
Como o professor afirma, grande parte das obras está paralisada porque as empreiteiras perderam o interesse. Nas novas licitações, inevitavelmente haverá acréscimo no custo do projeto.
Se lhe dou razão nesse aspecto, não lhe dou razão em sua afirmativa de que com um terço do orçamento seria possível dotar o Nordeste Setentrional de água suficiente para o seu desenvolvimento. Isso é impossível por uma razão muito simples: a água disponível nessa região é insuficiente. O Estado de Pernambuco tem volume per capita de 1.320 m3/ano, inferior ao que a ONU considera como mínimo indispensável ao desenvolvimento da região.
A ideia do Prof. João Abner de construir uma grande rede de distribuição unindo os grandes reservatórios da região esbarra em uma constatação lógica: os reservatórios são muito distantes uns dos outros e a topografia é irregular. Isso implicaria de aneis com tubos de grande diâmetro além de estações elevatórias. Se pequenas obras no Nordeste não chegam a seu final, como ocorre cotidianamente, que dirá de uma grande obra]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Prof. João Abner é uma honrosa exceção no Rio Grande do Norte em que todos, políticos de esquerda e de direita, clero conservador ou progressista, estudantes, professores, população civil ou militar, movimentos populares, etc. todos, repito, apoiam a transposição. Isso ficou claro nos sucessivos debates entre o Prof. João Abner e o Vice-Governador do Estado. Durante o debate, a reportagem entrevistava pessoas nas ruas que, invariavelmente se manifestavam favoravelmente à transposição.<br />
Entretanto, o professor tem razão em alguns aspectos. É uma pena que em muitas obras do Brasil haja corrupção e que nas obras em que o TCU não detecta qualquer tipo de corrupção, como é o caso da transposição do Rio São Francisco, os orçamentos sejam mal feitos e as empreiteiras abandonem os canteiros.<br />
Como o professor afirma, grande parte das obras está paralisada porque as empreiteiras perderam o interesse. Nas novas licitações, inevitavelmente haverá acréscimo no custo do projeto.<br />
Se lhe dou razão nesse aspecto, não lhe dou razão em sua afirmativa de que com um terço do orçamento seria possível dotar o Nordeste Setentrional de água suficiente para o seu desenvolvimento. Isso é impossível por uma razão muito simples: a água disponível nessa região é insuficiente. O Estado de Pernambuco tem volume per capita de 1.320 m3/ano, inferior ao que a ONU considera como mínimo indispensável ao desenvolvimento da região.<br />
A ideia do Prof. João Abner de construir uma grande rede de distribuição unindo os grandes reservatórios da região esbarra em uma constatação lógica: os reservatórios são muito distantes uns dos outros e a topografia é irregular. Isso implicaria de aneis com tubos de grande diâmetro além de estações elevatórias. Se pequenas obras no Nordeste não chegam a seu final, como ocorre cotidianamente, que dirá de uma grande obra</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A ridícula lei da sacolinha. por Ronildo</title>
		<link>http://cpeaunesp.org/2012/01/28/a-ridicula-lei-da-sacolinha/#comment-260</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ronildo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 22:35:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Gostaria de saber como vamos levar nossas compras eles os mercados não poderia formecr sacos de papelão]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de saber como vamos levar nossas compras eles os mercados não poderia formecr sacos de papelão</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A ridícula lei da sacolinha. por pedro meinberg</title>
		<link>http://cpeaunesp.org/2012/01/28/a-ridicula-lei-da-sacolinha/#comment-257</link>
		<dc:creator><![CDATA[pedro meinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 02:11:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá Monyque.

É justamente por pensar em quem está por vir neste mundo que eu me preocupo com a questão ambiental! Pode parecer contraditório, ter escrito um texto como este, criticando uma lei (ou uma atitude) para &quot;salvar o planeta&quot; e agora afirmar que me preocupo, mas explico.

No meu texto, eu argumentei que uma lei como esta, e somente uma lei como esta, proibindo o uso de sacolas plásticas, não irá salvar o planeta de destruição alguma. A questão, é mais profunda! Não é deixando de usar uma, ou duas, ou três ou cinquenta sacolas, mas sim interrompendo grandes fluxos de poluição, interrompendo a produção de muitos materiais de coisas talvez &quot;supérfluas&quot; de nosso dia-a-dia que poderemos obter algum grande benefício para a saúde do planeta.

Não é deixando de levar nossas compras do supermercado ao carro ou do supermercado para casa que conseguiremos algum avanço para a questão, mas sim, usando menos o carro, por exemplo, deixando de consumir tantos celulares e eletrônicos; e isso apenas para lhe pontuar alguns exemplos.

A questão é mudar nossos hábitos! Mas mudar hábitos que atingem grandes corporações poluidoras. A produção de sacolinhas, ao meu ver, é apenas mais um problema de um mar de tantos outros catalizadores da degradação ambiental. 

A lei das sacolinhas se torna um problema maior ainda na medida em que serve para governos venderem a ideia de que sem sacolinhas se salvará a vida na Terra... A ideia é  colocar a culpa no indivíduo, na gente, em mim, em você... Mas isto é um problema que não pertence ao indivíduo, exclusivamente, mas sim a toda sociedade - com sua peculiar organização econômica e política, isto é, capitalista - que ele, indivíduo, está imerso.

O problema do meio ambiente não é apenas seu. Nem de seus fregueses, mas sim de uma grande estrutura na qual estamos todos e todas estamos profundamente mergulhados e mergulhadas. Eu quero viver, comer, beber, respirar num mundo melhor; é por isso que estudo sociologia e os problemas de minha sociedade; estudo para denunciar, questionar e tentar propor alternativas.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Monyque.</p>
<p>É justamente por pensar em quem está por vir neste mundo que eu me preocupo com a questão ambiental! Pode parecer contraditório, ter escrito um texto como este, criticando uma lei (ou uma atitude) para &#8220;salvar o planeta&#8221; e agora afirmar que me preocupo, mas explico.</p>
<p>No meu texto, eu argumentei que uma lei como esta, e somente uma lei como esta, proibindo o uso de sacolas plásticas, não irá salvar o planeta de destruição alguma. A questão, é mais profunda! Não é deixando de usar uma, ou duas, ou três ou cinquenta sacolas, mas sim interrompendo grandes fluxos de poluição, interrompendo a produção de muitos materiais de coisas talvez &#8220;supérfluas&#8221; de nosso dia-a-dia que poderemos obter algum grande benefício para a saúde do planeta.</p>
<p>Não é deixando de levar nossas compras do supermercado ao carro ou do supermercado para casa que conseguiremos algum avanço para a questão, mas sim, usando menos o carro, por exemplo, deixando de consumir tantos celulares e eletrônicos; e isso apenas para lhe pontuar alguns exemplos.</p>
<p>A questão é mudar nossos hábitos! Mas mudar hábitos que atingem grandes corporações poluidoras. A produção de sacolinhas, ao meu ver, é apenas mais um problema de um mar de tantos outros catalizadores da degradação ambiental. </p>
<p>A lei das sacolinhas se torna um problema maior ainda na medida em que serve para governos venderem a ideia de que sem sacolinhas se salvará a vida na Terra&#8230; A ideia é  colocar a culpa no indivíduo, na gente, em mim, em você&#8230; Mas isto é um problema que não pertence ao indivíduo, exclusivamente, mas sim a toda sociedade &#8211; com sua peculiar organização econômica e política, isto é, capitalista &#8211; que ele, indivíduo, está imerso.</p>
<p>O problema do meio ambiente não é apenas seu. Nem de seus fregueses, mas sim de uma grande estrutura na qual estamos todos e todas estamos profundamente mergulhados e mergulhadas. Eu quero viver, comer, beber, respirar num mundo melhor; é por isso que estudo sociologia e os problemas de minha sociedade; estudo para denunciar, questionar e tentar propor alternativas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A ridícula lei da sacolinha. por Monyque Gabriela Silveira</title>
		<link>http://cpeaunesp.org/2012/01/28/a-ridicula-lei-da-sacolinha/#comment-256</link>
		<dc:creator><![CDATA[Monyque Gabriela Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 01:54:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cpeaunesp.wordpress.com/?p=799#comment-256</guid>
		<description><![CDATA[Comecei a ler o seu texto e parei no segundo parágrafo , não tive coragem  de continuar a ler tanta besteira.
 Vou usar os mesmos termos que usastes,desculpa mas  ridículo é  o teu pensamento. Tenho 17 anos e trabalho na padaria da minha família, é um lugar interiorano , daqueles que mal se tem sinal para o celular( a população não chega a 6.000).Começamos a cobrar as sacolinhas no dia 05 deste mês. Antes a distribuição de sacolinha variava de 600 a 800  por dia, a partir da cobrança esse número caiu pra, em média, 20 sacolinhas!
 Talvez, o teu contato com essa lei seja somente de consumidor, aquele que tava acostumado a pegar um jornal e pedir sacola, porém, mesmo com a pouca idade que eu sei que tenho , vivencio os dois lados, o de consumidor e fornecedor e sei que essa lei não está gerando somente observações negativas. Escuto muita gente parabenizando pela atitude, que é sim por causa do meio ambiente e da siatuação que ele se encontra hoje.Então antes de coagir , ou influenciar pessoas pouco instruídas sobre algo que voce certamente não tenha contato direto, pense em quem ainda esta por vir , e que vai pagar pelos nossos erros.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Comecei a ler o seu texto e parei no segundo parágrafo , não tive coragem  de continuar a ler tanta besteira.<br />
 Vou usar os mesmos termos que usastes,desculpa mas  ridículo é  o teu pensamento. Tenho 17 anos e trabalho na padaria da minha família, é um lugar interiorano , daqueles que mal se tem sinal para o celular( a população não chega a 6.000).Começamos a cobrar as sacolinhas no dia 05 deste mês. Antes a distribuição de sacolinha variava de 600 a 800  por dia, a partir da cobrança esse número caiu pra, em média, 20 sacolinhas!<br />
 Talvez, o teu contato com essa lei seja somente de consumidor, aquele que tava acostumado a pegar um jornal e pedir sacola, porém, mesmo com a pouca idade que eu sei que tenho , vivencio os dois lados, o de consumidor e fornecedor e sei que essa lei não está gerando somente observações negativas. Escuto muita gente parabenizando pela atitude, que é sim por causa do meio ambiente e da siatuação que ele se encontra hoje.Então antes de coagir , ou influenciar pessoas pouco instruídas sobre algo que voce certamente não tenha contato direto, pense em quem ainda esta por vir , e que vai pagar pelos nossos erros.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Os números da Reforma Agrária. por CPEA &#8211; Centro de Pesquisas e Estudos Agrários e Ambientais</title>
		<link>http://cpeaunesp.org/2011/08/04/os-numeros-da-reforma-agraria/#comment-255</link>
		<dc:creator><![CDATA[CPEA &#8211; Centro de Pesquisas e Estudos Agrários e Ambientais]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 01:59:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cpeaunesp.org/?p=601#comment-255</guid>
		<description><![CDATA[[...] Veja também: Os números da Reforma Agrária [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Veja também: Os números da Reforma Agrária [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

